
“É a concretização de um sonho, que começou quando ocupamos essa área, há mais de cinco anos. Agora vamos continuar lutando por melhorias para a comunidade, para criar os nossos filhos com tranquilidade e investir na produção agroecológica. Queremos a dignidade que nos foi tomada e que começamos a conquistar agora”. Assim, a nova assentada da reforma agrária Maristela Cunha, 40 anos, mãe do pequeno Lucas, de 4 anos, resume o simbolismo da abertura da porteira da Fazenda Colatina, em Prado (BA), no último dia (30), pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias. Cerca de duas mil pessoas acompanharam o ato, de acordo com a Polícia Militar.
A área, de aproximadamente quatro mil hectares, antes destinada à produção de celulose, a partir de hoje, terá como prioridade o cultivo diversificado de alimentos saudáveis. Além da família de Maristela, outras 226 famílias de trabalhadoras e trabalhadores rurais devem morar na propriedade, que recebeu o nome de Assentamento Jacy Rocha. Patrus salientou o compromisso de assentar todas as pessoas acampadas no Brasil. “Que a gente possa dizer juntos, em 2018, que não há mais nenhuma criança debaixo da lona.” Outra medida, reafirmada pelo ministro, é transformar os assentamentos novos e já existentes em espaços de vida. “Nós queremos que nossas crianças e nossos jovens permaneçam no campo. E para isso, vamos levar saúde, educação, cultura, infraestrutura, saneamento básico.”
A presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Maria Lúcia Fálcon, anunciou que será criado um escritório temporário para agilizar a vistoria de outros 27 imóveis de empresas de celuloses, a fim de destinar mais 26,5 mil hectares para reforma agrária no extremo sul da Bahia, totalizando 30 mil hectares, até o fim deste ano. Assim, mais de 2,3 mil famílias serão incorporadas à reforma agrária na região.
A área, de aproximadamente quatro mil hectares, antes destinada à produção de celulose, a partir de hoje, terá como prioridade o cultivo diversificado de alimentos saudáveis. Além da família de Maristela, outras 226 famílias de trabalhadoras e trabalhadores rurais devem morar na propriedade, que recebeu o nome de Assentamento Jacy Rocha. Patrus salientou o compromisso de assentar todas as pessoas acampadas no Brasil. “Que a gente possa dizer juntos, em 2018, que não há mais nenhuma criança debaixo da lona.” Outra medida, reafirmada pelo ministro, é transformar os assentamentos novos e já existentes em espaços de vida. “Nós queremos que nossas crianças e nossos jovens permaneçam no campo. E para isso, vamos levar saúde, educação, cultura, infraestrutura, saneamento básico.”
A presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Maria Lúcia Fálcon, anunciou que será criado um escritório temporário para agilizar a vistoria de outros 27 imóveis de empresas de celuloses, a fim de destinar mais 26,5 mil hectares para reforma agrária no extremo sul da Bahia, totalizando 30 mil hectares, até o fim deste ano. Assim, mais de 2,3 mil famílias serão incorporadas à reforma agrária na região.



